quarta-feira, 29 de julho de 2009
Você é atendimento ou Garçom?
Hoje vou contar um pouquinho de uma das reportagens que mais me chamaram a atenção e uma das funções que mais me deixa intrigada no mercado. Com freqüência eu me pergunto: Temos muitas agências em Uberlândia ou vários Bureau?
Sinto que hoje os atendimentos, não por culpa deles, mas por uma cultura errada de algumas agências, andam tirando pedidos quando vão ao cliente. Ai que eu pergunto novamente: Somos agências ou bureau?
Vamos logo ao que interessa: Essa matéria que gostei muito é do publicitário Douglas Morais da agência Creative de Uberlândia, ela foi publicada na revista Meio e Mídia deste mês e também em seu blog.
Pra começar, aqui vão as 11 regras indestrutíveis para o Atendimento de Agência.
A autora dessas regras é a americana Leigh Householder, Diretora de Contas. Divirtam-se com as "Onze Regras Indestrutíveis".
1. Nunca um tomador de pedidos: Se você nunca diz não para seu cliente, está desperdiçando o dinheiro dele. Seu cliente contratou sua agência porque acredita que vocês são o parceiro certo para entregar propaganda inteligente e de resultados. Eles querem que você discorde – educadamente – para os assegurar que vão colocar o melhor produto no mercado.
2. Saiba quando ceder: Você se posicionou como o descrito acima, mas seu cliente é seu cliente. Você já recomendou o melhor que sua agência pôde oferecer e buscou um feedback que faça sentido. Aceite a decisão do cliente numa boa.
3. Seja a voz de seu cliente: O papel mais valioso que você pode desempenhar na interação com seu cliente é entender profundamente a motivação e as preferências dele.
4. Se o trabalho saiu da agência, você – pessoalmente – é o responsável por ele estar dentro do prazo, dirigido ao público certo e dentro do orçamento. A você pertence o ciclo de vida de um projeto. E você conhece seu cliente e a estratégia melhor do que ninguém. No final das contas, é aqui que se amarra o burro.
5. Compreenda o que significa feedback: Feedback não é um sim ou um não. Se há uma estratégia, um layout ou um plano de mídia, deixe o seu cliente falar a respeito. Descubra quais elementos o agradam/ não o agradam. Quais os pontos relevantes. O que – especificamente – está fora da estratégia. De onde vem suas preocupações etc. Nunca volte para a agência com um “ele odiou”.
6. Aprenda a falar sobre dinheiro. Você e sua agência foram contratados para prestar serviços profissionais. Esta é uma relação de negócios. Sinta-se confortável com isso. Fale sobre dinheiro antes. Comece descobrindo qual é a verba e qual o escopo de trabalho esperado pelo cliente: Chevette ou Cadillac? A partir daí, sempre formalize por escrito uma estimativa. E não simplesmente envie por email e reze pra dar certo. Ligue e converse. Se o escopo do trabalho mudar, informe como isso poderá impactar nos custos.É sério, aprenda a falar sobre dinheiro. Para a maioria dos clientes, conversas sobre dinheiro não são coisas fora de propósito. Ser surpreendido no final das contas quando você está 250% além do orçamento e não o avisa é que torna a coisa esquisita.
7. Ponha paixão ao apresentar: Você está oferecendo a melhor recomendação de trabalho de sua agência. Fique orgulhoso disso. Transmita entusiasmo. Faça o cliente se manifestar.
8. Exiba o sucesso: Torne fácil para seu cliente parecer bem-sucedido em seu ambiente corporativo. Compartilhe os resultados e métricas. Apresente-os antes que ele peça. Crie um formulário de resposta dos consumidores que seja fácil de repassar. Divida os resultados internamente também - seu time fez o trabalho!
9. Amor ou respeito? A maioria das relações Cliente-Atendimento são construídas de uma forma ou de outra. Ou você começa como um melhor amigo, construindo o relacionamento, sempre dizendo sim ou como um parceiro intelectual, recomendando ideias, entregando resultados, sendo firme nas ponderações. Meu único conselho: dificilmente se pode ser os dois ao mesmo tempo. Idealmente, toda conta teria um de cada.
10. Sempre tenha a próxima ideia: Saiba tudo sobre a indústria e os concorrentes de seu cliente. Fique por dentro dos casos mais bem-sucedidos de sua agência em categorias similares. Tente comparecer a todas as reuniões com uma nova ideia ou approach.
11. Lembre-se: esta é a parte divertida do dia dos clientes. Se você puder se lembrar de apenas uma coisa, lembre-se disso: a maioria de seus clientes trabalha num ambiente altamente político, corporativo. Eles têm que lidar com documentos. São obrigados a entender profundamente a Sarbanes Oxley. Trabalhar com a gente? É a parte mais legal do dia. É criativo e excitante e envolvente. Mantenha a coisa assim. Convide seu cliente pra vir à agência. Traga os criativos pra mesa. Providencie café e pão de queijo. Fale sobre as coisas legais do seu trabalho na reunião. Dê a seu cliente um merecido break.
fonte: http://blogdoate.blogspot.com/
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Stefhany trocou de carro ?
Aqui deixo meus parabéns a agência Diferi por mais um trabalho criativo e arriscado ao mesmo tempo(leia texto abaixo ), e toda a equipe da Imaginare filmes.
Fico bem feliz em saber que o mercado de Uberlândia está evoluindo, e sendo comparado com trabalhos de cidade grande.
Porque um passarinho me disse, que tinha uma galera do mercado de Uberlândia, jurando que essa produção era totalmente de São Paulo. Mais não foi galera, ela é totalmente Uberlandense.
Stefhany trocou de carro e os bois de piranha.
Por: Mário Virva - Diretor de Criação DIFERi
Quando criamos essa campanha, os desafios eram inúmeros. Como apostar numa pessoa que está surgindo, mas que não te dá garantia de que vai estourar? Como propor a uma grande empresa que define o planejamento com muita antecedência que deve apostar nisso? E, depois de aprovado, o que fazer para que as pessoas não descubram quem é o misterioso cliente que vai fazer a Stefhany trocar de carro?
Quanto mais segurarmos o anonimato do cliente, mais curiosidade e mais reverberação teríamos. Esse foi o grande desafio depois de achar e aprovar o nome da Stefhany: esconder o cliente o máximo possível. Por isso, foi criada a estratégia de pistas falsas.
São as ações boi de piranha, cuja ideia é atrair o cardume enquanto a boiada passa mais lá pra baixo. Então, para os desavisados que acham que seria fácil, fica aí o aviso. Tem alguma mensagem falsa subliminar no filme? Vai pintar algum boato falso positivo? Cuidado com as pistas falsas. Elas podem pegar você. http://www.stefhanytrocoudecarro.com.br/.
Fonte: Blog DIFERi
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Campanha Triângulo Music 2009
Curtam ai.
Ah, e mais uma vez, parabéns Agência Sic. Isso sim é uma boa publicidade.
domingo, 12 de julho de 2009
A mídia sensacionalista, maldosa e sem ética.

A cada momento, estamos sendo bombardeados por uma série de informações jornalísticas que nos levam a repensar qual seria, de fato, o papel da imprensa moderna e, até que ponto, ela conserva seu princípio ético de divulgar temas de interesse público ou se, alternativamente, ela vem explorando assuntos interessantes para o público.
Todo mundo sabe que antes de morrer Michael Jackson era ridicularizado pela mídia por causa de suas esquisitices e excentricidades. Ele era freqüentemente acusado de pedofilia não só formalmente (por meio jurídico), mas também pela mídia que fazia do assunto um prato cheio para os urubus e ele nem sequer era lembrado como o Rei do Pop. Com a morte de Jackson, na ultima quinta (25), sua vida conturbada passou a ser explorada como nunca. Dessa vez com o lado bom (sua carreira) mais citados do que as coisas ruins. Coisa, que só foi possível graças à morte dele.
"Nos últimos dias, o mundo perdeu o seu “rei do pop”. E não é que depois de morto Michael Jackson voltou a estar em alta? Sim, ele voltou a ocupar um espaço de destaque na mídia, coisa que havia acontecido no passado apenas quando fazia sucesso ou estava envolvido em algum escândalo. O seu nome tem sido um dos mais procurados nos sites de busca na internet, seus discos voltaram a vender, suas músicas estão sendo baixadas aos montes na rede de computadores por pessoas do mundo todo, três das principais revistas do Brasil (a exemplo de revistas do exterior) dedicaram capas a ele, sites fizeram especiais dedicados a ele, programas televisivos de fofoca se deliciam com especulações a respeito de sua vida e das causas de sua morte.
De fato, temos vivido nos últimos dias uma verdadeira “febre de Michael Jackson”. O que não sabemos ainda é até quando essa febre vai durar. Os mais velhos olham para a figura de Jackson com nostalgia e os mais jovens se interessam por ele devido ao grande uso que a mídia tem feito da figura do cantor norte-americano. Se Jackson vai continuar ocupando espaço de destaque por muito tempo ou não, é algo que precisamos esperar para ver. De qualquer forma, a morte de Michael nos permite refletir a respeito de duas questões muito interessantes.
A primeira delas é a que gira em torno do poder que a mídia exerce sobre as pessoas. Nos últimos anos, Michael Jackson estava jogado às moscas, ninguém falava dele ou se lembrava dele, a não ser os seus fãs. Os únicos momentos em que ele reapareceu foram em 2005, com um escândalo de pedofilia, e, neste ano, quando foi anunciada uma turnê do cantor em Londres, turnê que começaria dia 13 em Londres. Quase ninguém se lembrava das músicas do cantor, quase ninguém falava de Jackson. Foi só o astro do pop morrer e pronto: todos falam dele, ouvem suas músicas etc. Michael Jackson está na moda de novo, a mídia tem usado e abusado da imagem do artista. Como foi dito no início deste texto, revistas, sites e programas televisivos dedicaram grandes espaços para o cantor. O público, desde trintões nostálgicos até adolescentes que nunca ouviram falar de Jackson, acaba sofrendo a influência da mídia e consome cada vez mais qualquer coisa que se relacione ao rei do pop como músicas, discos, revistas etc.
A segunda questão sobre a qual a morte de Jackson nos permite refletir gira em torno das intensas transformações ocorridas no âmbito da indústria cultural nos últimos anos. O que tem acontecido com os ícones da música? Por que hoje em dia não surgem grandes ícones como Michael Jackson? Ainda precisamos de figuras como o falecido rei do pop? O fato é que Michael construiu sua carreira e chegou ao auge dela em uma época em que artistas não surgiam e sumiam do universo do show business em intervalos de tempo incrivelmente curtos. Artistas como ele tinham tempo para se tornarem ícones de toda uma geração. Nos dias atuais, o mercado cultural é bem diferente; vivemos sob um ritmo acelerado que faz com que se tenha a necessidade de que surjam novidades a todo o momento. Nesse sentido, um cantor ou uma banda que estouram nas paradas de sucesso com o primeiro disco já estão completamente esquecidos dois ou três anos depois, ou seja, a maioria dos artistas de hoje não consegue construir uma continuidade de seu sucesso. Os artistas de hoje não ganham tempo suficiente por parte das gravadoras para se firmarem no mercado, são substituídos a todo o momento conforme as exigências mercadológicas.
Afinal, quem é o grande ícone da atual geração? Podem até haver alguns nomes de destaque, mas a verdade é que os mais significativos surgiram no mercado há mais de dez ou 15 anos. A triste verdade é que não temos visto nos últimos anos o surgimento de nenhum artista ou banda que tenha a real possibilidade de se tornar o ícone de toda uma geração. Dito isso, tememos que a resposta para a pergunta que serve de título para este texto talvez seja, independentemente do gosto musical de cada um, um grande e garrafal “sim, nós ainda precisamos de Michael Jackson”. Enquanto não surgirem outros artistas que se tornem ícones sólidos e representativos de toda uma época, continuaremos precisando dos velhos ícones como Michael Jackson e outros. Resta-nos apenas esperar que a atual geração tenha competência e criatividade suficientes para fazer surgir novos reis do pop, do rock etc. Precisamos de músicas que durem por tempos mais longos e não de hits que aparecem e somem das paradas de sucesso antes mesmo de aumentarmos o volume do som."
(*) Rodrigo Francisco Dias é graduando em História pela Universidade Federal de Uberlândia é bolsista de Iniciação Científica do CNPq.
Fonte: Coluna do Nehac, publicada no jornal Correio de Uberlândia, 10/07/2009.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Meninas prodígio .Como reunir o real, boas ideias e o imaginário

Com uma câmera na mão, paisagem escolhida a dedo e ferramentas de manipulação do Photoshop (programa de edição gráfica), três amigas de Uberlândia dividem uma paixão e se aventuram pela arte de fotografar. Por meio das fotos, Lívia Fernandes (23 anos), Larissa Lali (22) e Nika Fadul (19) criam mundos encantados e, com a ajuda da internet (www.atelliefotografia.com.br), começam a divulgar o resultado dos trabalhos e a conquistar espaço para se expressarem.
A parceria começou na rede mundial de computadores pelo site de relacionamento e fotografia Flickr (www.flickr.com). Cada uma tinha o seu perfil, onde expunha suas fotos e, entre os amigos dos amigos, encontraram-se e descobriram que eram da mesma cidade. “Conhecemos muita gente que tem mais ou menos o mesmo estilo, mas a maioria é de fora do Brasil. Quando nos achamos aqui em Uberlândia, tínhamos de nos encontrar e fazer fotos juntas”, afirmou Fadul.

Apesar de recente, já que a primeira sessão foi em setembro do ano passado, a parceria já rendeu duas exposições na cidade, no restaurante D’Gust e no colégio Nacional, além de uma mostra virtual. Elas compartilham ideias, conceitos e composições, mas cada uma tem seu estilo. “A Lali gosta de tons mais fortes e escuros, a Nika é mais colorida e eu gosto de texturas e fantasias. São características que se complementam”, afirmou Lívia Fernandes.

A fotografia ainda é hobby na vida do trio, que continua sendo de uma publicitária (Lali, que se mudou recentemente para Inglaterra), uma professora de inglês (Lívia Fernandes) e uma estudante de engenharia biomédica (Nika Fadul). Ainda assim, a arte toma proporção cada vez maior na vida das garotas. “Não passo um dia sem editar uma foto. É uma necessidade. Além disso, a minha maior diversão é sair e fazer as sessões. Acho que é o único programa que a gente pensa para os momentos livres”, disseram Lívia e Nika.
Fonte: Jornal Correio
domingo, 14 de junho de 2009
Finalistas Tubal Siqueira Categoria estudantil 2009
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Então, o grande dia chegou. Depois de muitas expectativas, muitos votos de confiança dados ao nosso grupo, apoio dos amigos, professores, estamos na finalíssima Saiu nessa última quarta-feira dia 10 de junho o short list. E nos estávamos lá. Como disse ao nosso maior incentivador (Alfredo Valtier), quando pegamos o vídeo para fazer, o nosso objetivo era ir pra final. Não precisávamos nem ganhar em primeiro lugar, mais sim estar entre os finalistas. E isso nos conseguimos, agora caso agente receba essa presente maravilhoso de sermos campeões, ficaremos extremamente felizes e realizados.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Prêmio Tubal Siqueira 2009, categoria estudantil.
Essa semana saiu o short list para o Prêmio Tubal Siqueira na categoria profissional, muitos estudantes “como eu”, estamos na maior expectativa para sabermos sobre a nossa categoria. No site e extra oficialmente ainda não tivemos muitas informações, apenas que foram inscritos 20 filmes na categoria estudantil sendo 11 da faculdade ESAMC de Uberlândia. E por aí da pra sentir com que anda o coração aqui.
Fiquei muito satisfeita em saber que a galera da faculdade estão se dedicando a esse tipo de projeto e a quantidade de projetos inscritos também mostra um apoio forte das faculdades. Certamente isso vai reverter, em um futuro próximo, em um mercado mais ético e profissional para toda a região. Tenho certeza que os jurados estão diante de muitos trabalhos, mais um trabalho prazeroso, acredito que veremos no próximo dia 18/06, no evento de premiação, muito material legal.
E para que não viu, aqui estão alguns dos candidatos que achei no youtube. Gostaria de parabenizar a todos que se inscreveu que como meu grupo deve ter tido muito trabalho para criar e produzir os vts, mais sabemos o quanto isso nós serviu de aprendizado.
Desejo a todos inscrito muita sorte e sucesso.
Criação: Giulio Fernandes
Atores: Cia Putz!
Produção: Estúdio de TV da FACSUM
Vídeo produzido pelos alunos do 5º periodo de Publicidade e Propaganda da Unipac Araguari para o Prêmio Tubal Siqueira 2009.
Comercial produzido para o Prêmio Tubal Siqueira 2009 - Categoria Estudante, com o tema Meio Ambiente. Criação, produção e edição: Fábio Júnior Diniz, aluno do 5º Período de Publicidade e Propaganda da Faculdade Pitágoras - Unidade Divinópolis.
Filme criado por alunos do 7° período de Publicidade e Propaganda da ESAMC Uberlândia. Como tema, a preservação do meio ambiente.
Ficha técnica: Brunno Lacerda ( produção), Fernando Ruas ( pós produção ), Frederico Oliva ( Diretor de cena) , Julise Ferreira ( atriz ), Maykon Oliveira ( Cinegrafista e editor ) e Rodrigo Abreu ( Roteirista e Diretor de cena).
Sem ficha- Esamc Uberlândia
Alunas: Naline, Kamylla, Nayara, M. Eliana, Mariane. Esamc Uberlândia.
